31 de agosto de 2014
Molduras
Defronte a bela imagem emoldurada
No reduto silencioso do quarto...
Transeuntes do mar emadeirados em águas tranquilas
Transbordante em cores vivas diversas!
Alguns soltos, outros em fila de ancoragem a buscarem na profundeza a segura estadia!
Ao fundo elevações que me reportam a estaleiro desconhecido.
Como desconhecido e descolorido está meu coração ao defrontar os pixels.
Buscando talvez entender o descolorido que me encontro!
Apenas aguardo a tranquilidade das mansas águas
Cobrirem e acalentarem-me!
Por mais brandas as volumosas águas ondas existem...
Duas belas naus pareadas esbarram-se arranhando ligeiramente as cores
Mas uma cor ficou marcada noutra
E juntas perceberam que a ancoragem
Entrelaçada estava no fundo das águas
Como duas almas de mãos e corações
Apreciando a beleza da união!
Paulo Boechat
28 de novembro de 2013
Em Seu Mundo!
Amo na simplicidade
De apenas ser teu
No olhar escondido
Da felicidade estampada
Na face risonha e destemida!
Amo apenas por ver
Em seu mundo
A delicadeza de seu amor
Por mim tocado
De leve na pele da noite!
Paulo Boechat.
19 de agosto de 2013
Essa é delicada corola
Que só floreia ao encanto
Dos lábios no coração!
Paulo Boechat
Marcadores:
Mariene De Castro,
Paulo Boechat
Teu Nome!
O meu olhar procura o seu
Em vão,
Triste e cansado,
A pernoitar.
E na cadência
Do insólito silêncio,
Relembrar seu toque nu,
Amedrontar.
O teu sorriso estampado
Em meu incômodo sonhar,
Lunar.
Mas entre fronhas me encontro
No desejo de provar
O seu desejo novamente,
Adormecer.
Abstraído,
Rabiscar de você algo
Pois apenas me restou
Teu nome
Aquarelado
A apagar!
Paulo Boechat
Marcadores:
Paulo Boechat,
Tereza Mazeli
27 de julho de 2013
Entre Olhos!
Entre olhos
Olhares furtivos
Fagueiros
Me cegam.
E na boca
Em lábios molhados
Encharco
Me secam.
Paulo Boechat
Marcadores:
Paulo Boechat
26 de março de 2013
Sortire!
Quisera poder parar o tempo agora
Nesse exato momento
Estático, lunático
Banido da realidade que me desfolha a alma
Meio laico, até mesmo ilusório!
Quisera!
Disse bem mente ferrenha!
Paulo Boechat
Marcadores:
Paulo Boechat
23 de maio de 2012
Kátharsis!
Minhas lágrimas não são de seda, cetim ou sintéticas.
São aquelas aveludadas na nudez do seu desgosto.
Amotinadas pela frieza de seus pensares.
Eternizado frente à dureza de teu coração,
Despi-me do manto sagrado da ilusão
Para viver uma solitária canção.
Paulo Boechat.
Marcadores:
Paulo Boechat
17 de maio de 2012
As It Seems!
As metáforas ... ah!
Essas deixo para depois!
Ainda necessito deambular
Nas estrias deste coração
Que no peito
Incessantemente grita!
Paulo Boechat.
Well, I know
What I didn't want to know
And I saw
Where I
didn't want to go
So I took the path
Less traveled on
And I'll let my stories
Be
whispered when I'm gone
When I'm gone
When I'm gone
When I'm gone
When he walked into my life
And in I let him dive
Because the way
That he
looked at me
Made me feel alive
And now I know
Nothing I know
Would
release that
Comes when
You’re in
the fold
In the fold
In the fold
In the fold
'cause in this life
You must find
Something
to live for
'cause when the darkness
Comes a calling
You’ll go back to where
You were
before
'cause this life
Is as
fragile as a dream
And nothing's ever really
As it seems
As it seems
As it seems
As it seems.
As it seems _ By Lily Kershaw
Marcadores:
Lily Kershaw,
Paulo Boechat
24 de abril de 2012
Ao pensar em mim.
Sempre que pensar em mim lembre-se de um pequenino pássaro aprendendo a voar.
Lembre-se do lindo azul celeste que aparece após a tempestade.
Se no raiar da aurora olhar a verde relva perceberás o orvalho que embriaga as folhas.
Aquele canto sublime da brisa transpassando as folhas de um vinhedo.
Em pleno oceano a dança de lindos golfinhos a brincar entre as águas.
Quando em seu coração sentir-se sozinho recorda-te que Deus sempre conosco está e aí também estarei.
A vida inteira é uma canção.
Que em seu coração brilhe sempre o sol divino e soe sempre a canção de amor e paz.
Paulo Boechat.
23 de janeiro de 2012
Surpresa!
Toda dia contém em si um elemento surpresa. Quem sabe hoje possa ser o dia que você tanto espera?
Paulo Boechat.
10 de janeiro de 2012
Olhar!
Repouso meus olhos nos teus...
Adormeço.
Embriago-me na lembrança dos teus afagos nas noites de amor!
Saudade?
Ah saudade, pode ficar que eu deixo.
Pois amanhã novamente encontrar-te-ei
E a desnudarei!
Paulo Boechat.
Marcadores:
Paulo Boechat
24 de dezembro de 2011
Palavras Secas
Palavras são leves como o vento que vagarosamente ressoa no ar!
Algumas encontram seguro repouso.
As que o coração rechear!
Outras perdem-se na nebulosa tempestade,
Achando-se seguras...
Pois fracas vagueiam a caminho da solidão.
Tarde o coração começa a sentir
Os estilhaços das vidraças arrebatadas.
Temperança poderia ter feito parte desta jornada!
Mas os gestos... Ah os gestos!
Meu Eu nem mais fala!
De face marcada pelo sono mal tido,
Marcas dos travesseiros que nesta noite segurei,
Lençois desbotados pela acidez de lágrimas que maceram.
Desejando não crer que tudo fora apenas “palavras secas”
Refugio em meu silêncio umedecido.
Paulo Boechat
20 de agosto de 2011
Faz de conta que tudo deu certo.
Faz de conta que tudo deu certo.
Minha rebeldia ingrata
Incesta a porta.
Arena selvagem
Disputa entre bravios.
No bronze dos “escudos”
Travo silenciosa batalha
Nas mentais brumas incertas.
E na pele rasgada
Meus inconscientes cortes .
Sou um regato buscando a fonte,
Onde em águas doce-prata
Renasço límpido e sereno!
Faz de conta que tudo deu certo!
Faz de conta que tudo deu certo!
Paulo Boechat.
Marcadores:
Paulo Boechat
23 de julho de 2011
Anjo Carrasco
Esboço_ ainda não é o poema! Desabafo!
Meu lado Anjo está cansado!
Sinto a Revolução em plena Anarquia emocional!
Difícil escrever nos úlimos meses....
Mas agora são emoções que transbordam sentimentos e sensaçoes!
Tenho direito a ser feliz!
Que aconteça.
Basta! Basta para voçê!
Paulo Boechat.
Marcadores:
Paulo Boechat
7 de maio de 2011
Feelings
Jamais desejei deixar-te!
Mas ficastes tão distante
Que para mim parecia apenas
Uma noturna embaçada imagem
Do que antes fora um grande amor!
Preferi então a solidão!
Mas um grande amor jamais acaba!
Transforma-se ao toque das mãos
Na delicada argila nua.
Hoje eu quero a separação!
Quero me separar da solidão!
Paulo Boechat.
Marcadores:
Paulo Boechat
Assinar:
Postagens (Atom)